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Diversas, Arborização Urbana e ornamentais.
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climatizadas a pleno sol, viveiro e acompanhado tecnicamente por Engenheiro
Florestal e agrônomo. Tudo isso garante o êxito do seu reflorestamento
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Quer implantar reflorestamento econômico em sua propriedade?
Quer recompor sua área de Reserva Florestal Legal e Mata Ciliar?
Produtores rurais atuando isoladamente
ou, preferencialmente, em projetos produtivos integrados e recuperação
de áreas degradadas.
Empresas, Prefeituras, usinas de açúcar
e álcool e usinas hidrelétricas com
projeto de implantação ou expansão de áreas de reflorestamento
REFLORESTAMENTO
"Brasileiro", antes de ser filho
desta terra, foi o mercador do mais cobiçado produto dos primeiros tempos,
exatamente o pau de tinta que deu nome ao país.
Apesar
disso, ou por isso mesmo, raramente ou nunca, vemos, em pessoa, o pau-brasil.
Extinguiram-se das florestas pomposas do litoral, sem nenhuma consideração
pelo Futuro, que era o dono da terra.
Encontraram
um tesouro sem defesa. Não havia olhos para espreitar a cupidez dos que se
lançaram, em fulminante rapina, sobre a riqueza fácil e abundante. Pilharam
as matas, sofregamente, como quem quer a fortuna já e já, de qualquer maneira,
e tem pressa, para não ser pego na apropriação ilícita...
Esta
é a memória sinistra dos traficantes que enriqueceram as custas do nosso empobrecimento,
cujo principal d6eles, Fernando de Noronha, só nos legou o desgosto do seu
nome em nossa principal ilha oceânica.
Houve
"ordenações" para que se poupassem as riquezas florestais, menos
embora do que as dirigidas às colônias espanholas. Mas, o cuidado, aqui, foi
diminuto e exclusivamente legal. Depois das concessões do pau-brasil, continuou
a devastação incalculável e impiedosa, com um prejuízo para o país que seria
astronômico si pudéssemos reduzir a cifras.
O
triste, entretanto, é que a situação perdura. E que, cada dia, o nosso patrimônio
territorial diminua de valor. Em vez de utilizar os frutos, destruímos também
o que nos favorecia novos frutos: a árvore. Não nos contentamos com o lucro,
gastamos perdulária e inconscientemente o capital. Decresce a nossa riqueza.
Rareia até a alimentação gratuita que no mato tinham as nossas míseras populações
rurais. O terreno, sem árvores que lhe garantam a umidade, húmus, sombra,
se torna agreste para as pequenas culturas que matam a fome da nossa pobre
gente do campo. E foge a caça, pela extinção do sombreado e dos esconderijos
do mato.
No
Brasil, o homem ainda não aprendeu a dar valor à natureza. Tivemos duas lições
nefastas de desprezo às árvores: a dos feitores coloniais que saquearam, e
a do índio, com sua displicente e fatal queimada. O caboclo é dendroclasta
por índole, como disse Euclides, e aniquila, sumariamente, num instante, o
que a natureza levou décadas e séculos construindo.
A
nossa gente tem muito respeito pelo que é alheio, mas não aprendeu ainda que
a natureza é de todos, é do Futuro, é da Pátria, e é um crime atentar contra
a sua integridade. Vamos ensinar isto ao povo brasileiro.
Os
povos adaptados à sua terra cuidam de sua paisagem (o seu país) como de sua
casa. Nós nem sequer pensamos no valor futuro das terras, quanto mais para
cuidarmos da sorte das gerações vindouras. Parece que ainda somos degredados,
colonos gananciosos, e, em vez de conservar, valorizando, nossa riqueza nacional,
desenvolvemos, ao contrário, a capacidade humana, incalculável, de destruição.
Disse
Alberto Torres que a conservação das fontes da vida no Brasil é um problema
de adaptação humana ao habitat. Não somos mais uma fazenda ultramarina, onde
é preciso sugar tudo, como quem espreme e deixa o bagaço... Havemos de tornar
o caboclo dedrófilo por educação, como quer o sr Arthur Neiva. Do contrário,
toda a zona habitada se tornará estéril, e o deserto irá invadindo até as
brenhas amazônicas.
A
queima e derruba alastram os vales nus e os cocurutos tristes de montanhas
sem vegetação, deixam a paisagem desoladora dos trapos vegetais que cobrem
as margens das nossas vias de penetração, que ostentavam outrora a roupagem
verde e luxuriosas das matas.
Os
climas vão se abrasando. Minguam-se as reservas d'água. Decresce o volume
dos rios. O das Velhas, por exemplo, até 1885 era navegável, e por ele desceu
para o São Francisco o vapor "Saldanha Marinho", que não mais pôde
voltar à sua primitiva estrada líquida de Gualcuí a Sabará. Como o desta informação
de Calógeras, inúmeros outros casos.
Estatística
recente informa que, nos últimos anos, os mananciais que fornecem água ao
Rio, vem decrescendo progressiva e assustadoramente. Destruíram as matas que
protegiam as nascentes. E si a "cidade maravilhosa" pode se orgulhar
das matas da Tijuca, é que, depois de destruídas, foram replantadas pelo Major
Acher e pelo primitivo Taunay. As nossas urbes no trópico arrumam jardinzinhos
rasteiros como os franceses...Nas ruas, de árvores poucas e mirradas, a caminhada
nos dias de canícula, é insuportável especialmente para os que não podem usar
ternos levíssimos e distrair os calos no ócio das praias, sob as largas umbrelas,
mas têm a necessidade de mexer-se na sueira estival, 40 graus à sombra debaixo
de grossas casimiras de inverno.
É
uma campanha nacional, a do reflorestamento, que devemos levar avante, com
a eficiência devida, em nossos 3.000 núcleos.
A
uma cronista sutil, o Integralismo apareceu reflorestando a alma brasileira,
dando-lhe o verde da mocidade e da vida.
O
Integralismo é o primeiro movimento brasileiro que tem consciência do Futuro.
Que não "planta a couve para o almoço de manhã, mas o carvalho para o
abrigo do futuro". Nós poderemos criar o amor à natureza, conservar e
enriquecer as nossas reservas de vida e energia.
Comemoremos
as grandes datas plantando árvores, parques, bosques. Plantemos sempre, substituindo
as árvores derrubadas e compondo os espaços vazios. Criemos a sombra e a fertilidade.
Antes
mesmo de atingir o poder, poderemos fazer coisas formidáveis. Reflorestando
as almas e os campos.
Corpo técnico da empresa.
Engenheiro Agrônomo
Biólogo
Geólogo
Engenheiro Florestal
Advogado